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Ginseg, estética e alimentação

A raiz é a parte mais importante da planta. O ginseng é constituído por saponósidos triterpénicos tetracíclicos poli-hidroxilados, glúcidos, fitosteróis, vitaminas do grupo B, óleo essencial e alcoóis sesquiterpénicos, sendo um excelente tónico nos casos de fadiga ou em situações de decréscimo da capacidade de concentração e trabalho.

Ao nível da sua aplicação na estética, o ginseng actua sobre o crescimento celular estimulando este e inibe a peroxidação lipídica devido á acção anti-radicalar pelos ginsenósidos, fitosteróis e peptídeos.

Relativamente às suas aplicações terapêuticas, as principais são feitas através de cremes e loções com extracto glicólico, para evitar o envelhecimento da pele devido ao seu grande poder nutritivo. De modo a reafirmar o tecido cutâneo são também aplicados géis com extracto glicólico de raízes. 

Apesar de ser amplamente utilizada e não apresentar toxicidade, esta raiz não é indicada para todas as pessoas. Esta deve ser evitada por pessoas hipertensas, com arritmias cardíacas e após enfarte do miocárdio. 

Pessoas com apneia do sono e narcolepsia também não a devem tomar, assim como mulheres grávidas, em fase de amamentação ou durante a segunda metade do ciclo menstrual. 

O seu uso deve ser feito de uma forma descontinuada. Também relativamente a alguns tipos de medicamentos esta raiz pode interagir de uma forma negativa.

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Bardana na estética

A utilização de plantas e seus derivados ao nível da estética é uma realidade hoje em dia. Assim sendo na planta da bardana são utilizadas as raízes e as folhas. 

Esta é uma planta que se encontra à beira mar e na montanha. Do ponto de vista nutricional, esta raiz apresenta boas qualidades fornecendo proteínas, glícidos, fibras, cálcio, fósforo, ferro, vitamina A, B1, riboflavina, niacina e vitamina C.  

Assim como todas as raízes, a bardana também é rica fonte de sais minerais. O seu extracto pode ser encontrado em loções, cremes e géis não iónicos. A sua acção é calmante e anti-séptica. Apresenta também a propriedade de acalmar a dor (acção anestésica) e evitar a tumefação do local (ação anti-inflamatória).

Ao nível terapêutico esta planta é ideal para tratamentos contra a seborreia, acne, sendo também indicada em casos de picadas e insectos e aranhas devido às suas acções anestésica e anti-inflamatória.


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Menta na saude, estética e alimentação

A menta é uma planta usada para diversos fins. A planta de menta pode ser usada na saúde em xaropes, em chá na alimentação, através de aplicações terapêuticas ou até mesmo na área da dermocosmética. Os seus produtos (o mentol natural e o óleo desmentolado) são obtidos através de um processo de cristalização das ramas murchas. As folhas contêm vitaminas A, B e C, e minerais, como cálcio, fósforo, ferro e potássio. Neste caso as partes utilizadas são as folhas e os caules.


A menta devido às suas propriedades é usada na estética como anti-séptica e aromática. O óleo de menta por sua vez refresca e tonifica a pele, deixando-a suave e hidratada.


O mentol é o principal componente do óleo essencial responsável pelo aroma agradável e de sua actividade terapêutica. Tanto o óleo essencial como os flavonóides pelo seu efeito espasmódico, antipruriginoso, e analgésico das mucosas são usados. Os ácidos fenólicos fornecem propriedades anti-inflamatórias, anti-sépticas e antifúngicas. Os taninos da menta exercem uma acção adstringente na pele.

Ao nível terapêutico a aplicação externa do óleo essencial de menta nas têmporas, pescoço e testa alivia dores de cabeça. O óleo de menta é utilizado para hidratar a pele assim como em aromaterapia.

Outra aplicação usual da menta é na alimentação, em chá pois o mesmo, apresenta propriedades refrescantes, dando a sensação de frescura, mesmo quando tomado durante o tempo quente.A menta é uma planta usada para diversos fins. A planta de menta pode ser usada na saúde em xaropes, em chá na alimentação, através de aplicações terapêuticas ou até mesmo na área da dermocosmética. Os seus produtos (o mentol natural e o óleo desmentolado) são obtidos através de um processo de cristalização das ramas murchas. As folhas contêm vitaminas A, B e C, e minerais, como cálcio, fósforo, ferro e potássio. Neste caso as partes utilizadas são as folhas e os caules.


A menta devido às suas propriedades é usada na estética como anti-séptica e aromática. O óleo de menta por sua vez refresca e tonifica a pele, deixando-a suave e hidratada.


O mentol é o principal componente do óleo essencial responsável pelo aroma agradável e de sua actividade terapêutica. Tanto o óleo essencial como os flavonóides pelo seu efeito espasmódico, antipruriginoso, e analgésico das mucosas são usados. Os ácidos fenólicos fornecem propriedades anti-inflamatórias, anti-sépticas e antifúngicas. Os taninos da menta exercem uma acção adstringente na pele.

Ao nível terapêutico a aplicação externa do óleo essencial de menta nas têmporas, pescoço e testa alivia dores de cabeça. O óleo de menta é utilizado para hidratar a pele assim como em aromaterapia.

Outra aplicação usual da menta é na alimentação, em chá pois o mesmo, apresenta propriedades refrescantes, dando a sensação de frescura, mesmo quando tomado durante o tempo quente.

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Hortelã, princípios activos e saúde

A hortelã tem vindo desde sempre a ser utilizada pelo homem, sendo a sua maior utilização em chá. A hortelã é uma planta verde, de folhas dentadas e brilhantes, apresentando espigas floridas na altura do verão, de cor rosa-lilás.

Uma característica interessante desta planta é a frescura que a mesma proporciona quando bebido o seu chá mesmo ainda quente (situação essa que experimentei em Marrocos). A hortelã apresenta nos seus consituintes princípios activos tais como oléo essencial constituido por mentona, mentol, pineno, limoneno, cineol e acetato mentílico. Contém ainda flavonóides e ácido rosmarínico.

A acção da hortelã faz-se verificar a diversos níveis tais como alívio de cólicas e flatulência, redução da tensão muscular, supressão de vómitos e náuseas, anti-séptico pelo que destrói germes inibindo o seu contágio e desenvolvimento, refrescante, digestiva, etc...



A nível cosmético também é feita a utilização da hortelã em cremes e loções para combater rugas e envelhecimento da pele, assim como infusões em banhos cosméticos para um efeito refrescante. É ainda possível extrair da hortelã óleos essenciais extremamente aromáticos. Outra aplicação da hortelã é ao nível culinário onde a mesma acompanha saladas, tempero de carnes e peixe, sopas, bebidas, chás etc...


Desta forma, é verificado que a hortelã e os seus princípios activos, sendo uma planta que está ao alcance de todos nós, é largamente aplicada trazendo muitos benefícios para a saúde.

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Plantas e princípios activos

A utilização de plantas no dia a dia, não é coisa recente. As mesmas desde há muito tempo são cultivadas e utilizadas com os mais diversos fins. A sua aplicação é variada tanto a nível farmacêutico como estético. 
As plantas e os seus princípios activos estão ao nosso dispor e são utilizadas em diversos sistemas curativos, tais como medicinal natural chinesa, medicina indiana,homeopatia, fitoterapia, ou até mesmo medicina alopática.
As plantas e os seus óleos podem ser utilizados para os mais diversos fins tais como cremes e loções a nível estético, óleos para massagem, aromaterapia, tratamentos ayurvédicos entre outros.
Outra aplicação no nosso dia a dia é ao nível da alimentação, onde se encontram por exemplo plantas e ervas aromáticas.

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